Espondilólise e espondilolistese têm cura?

Espondilólise e espondilolistese têm cura?

Espondilólise e espondilolistese têm cura? Vamos descobrir lendo aqui neste site de especialista da coluna. Espondilólise é uma palavra que vem do grego e significa quebra de vértebra. Espondilolistese tem sua origem etmológica também da língua grega e quer dizer escorregamento vertebral. Vamos falar aqui um pouco sobre estas doenças quando estão associadas.

Durante décadas não se soube a causa da espondilolise, afirmando-se simplesmente que ocorria a quebra de uma região da vértebra lombar chamada istmo ou pars interarticularis. Assim, sabia-se que havia uma fratura do istmo e a vértebra se partia em dois pedaços, a parte anterior (corpo vertebral) e a parte posterior (arco posterior ou neural). O corpo da vértebra, separado do arco posterior, podia, ou não, escorregar para a frente, daí a espondilolistese.

O que se descobriu de novo foi a razão pela qual o istmo da vértebra quebra, ou seja, finalmente descobriu-se a verdadeira razão pela qual ocorre a espondilólise ou espondilolistese ístmica. E a causa é… o tipo de forma da lordose de certas pessoas! Isto! A famosa lordose. E esta descoberta foi, pela primeira vez, publicada em um famoso livro internacional em 2019, em Nova Iorque. E quem publicou este livro? DR. João Pinheiro Franco! Sim! O médico brasileiro em cujo site você está navegando. Dr. Pinheiro Franco e Dr. Pierre Roussouly, francês, publicaram o livro e explicam que, dependendo do tipo de morfologia, dependendo da forma da lordose, dependendo da anatomia da coluna lombar e bacia de certa pessoa, pela primeira, poder-se-ia prever a evolução degenerativa desta coluna. Em outras palavras, analisando-se as radiografias de coluna lombar de cada pessoa, e estudando-se as relações angulares da coluna e bacia, pode-se, de certa forma, ter uma razoável ideia de como esta coluna vai envelhecer, e pode-se, então, prevenir, de certo modo que males ocorram.

A fratura da pars interarticularis , fratura do istmo, ocorre muitas vezes em pessoas com coluna tipo 1 de Roussouly. Veja o traço de fratura apontado pela seta laranja.

As pessoas que têm espondilólise, fratura de istmo, espondilolistese costumam ter o que chamamos de coluna tipo 1 de Roussouly e alguma stêm a lordose tipo 4. As pessoas com esta morfologia tipo 1 de lordose têm a maior parte de sua lordose concentrada na porção inferior da lordose, de modo que as articulações posteriores (facetárias) da coluna entrem em conflito de espaço e, literalmente, ocorre uma quebra em um local chamado istmo. A quebra pode levar ao escorregamento vertebral. Então, como se trata de uma questão morfológica de cada pessoa, não se pode falar em cura, mas pode-se falar certamente que a espondilolise e a espondilolistese têm sim tratamento e a escolha do real e correto tratamento com grandes experts no assunto será fundamental para sua qualidade de vida e para a segurança dos nervos de suas pernas.

Entendeu? Então, não perca seu tempo, marque agora sua consulta com o Dr. Pinheiro Franco, o autor do primeiro livro que, de fato, mostrou o porquê da espondilólise. Traga seus exames e vamos ver juntos as possibilidades de tratamento.

Este é o livro inédito, publicado em Nova Iorque pelo Dr. Pinheiro Franco, e que explica a origem morfológica da espondilolise, com fratura do istmo/ pars interarticularis e espondilolistese. Orgulho do Brasil.

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